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Oh, but Robert's got a quick hand!

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Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Carol em Sex Jan 25, 2013 3:42 am

SOBRE O TEMPLATE
> Olhem bem, é um template decente, eu não usei ele em lugar nenhum, mas eu tenho ciúme dele porque pra mim ele ficou lindo.
> Garanto que se eu achar ele por aí sem os créditos eu não perdoo de jeito nenhum quem estiver usando ele!
> Adoraria que avisassem caso alguém o usasse, faria meu pobre coraçãozinho tão mas tão mas tão mas tão feliz.
> Bom proveito!







Robert's got a quick hand

He'll look around the room, he won't tell you his plan. He's got a rolled cigarette Hanging out his mouth he's a cowboy kid. Yeah he found a six shooter gun. In his dad's closet hidden in a box of fun things And I don't even know what. But he's coming for you - q



Fim de tarde. Dia banal, terça, quarta-feira. Eu estava me sentindo muito triste. Você pode dizer que isso tem sido freqüente demais, ou até um pouco (ou muito) chato. Mas, que se há de fazer, se eu estava mesmo muito triste? Tristeza-garoa, fininha, cortante, persistente, com alguns relâmpagos de catástrofe futura. Projeções: e amanhã, e depois? e trabalho, amor, moradia? o que vai acontecer? Típico pensamento-nada-a-ver: sossega, o que vai acontecer acontecerá. Relaxa, baby, e flui: barquinho na correnteza, Deus dará. Essas coisas meio piegas, meio burras, eu vinha pensando naquele dia. Resolvi andar. Andar e olhar. Sem pensar, só olhar: caras, fachadas, vitrinas, automóveis, nuvens, anjos bandidos, fadas piradas, descargas de monóxido de carbono. Da praça Roosevelt, fui subindo pela Augusta, enquanto lembrava uns versos de Cecília Meireles, dos Cânticos: "Não digas 'Eu sofro'. Que é que dentro de ti és tu? / Que foi que te ensinaram/ que era sofrer ?" Mas não conseguia parar. Surdo a qualquer zen-budismo, o coração doía sintonizado com o espinho. Melodrama: nem amor, nem trabalho, nem família, quem sabe nem moradia - coração achando feio o não-ter. Abandono de fera ferida, bolero radical. Última das criaturas, surto de lucidez impiedosa da Big Loira de Dorothy Parker. Disfarçado, comecei a chorar. Troquei os óculos de lentes claras pelos negros ray-ban - filme. Resplandecente de infelicidade, eu subia a Rua Augusta no fim de tarde do dia Tão idiota que parecia não acabar nunca. Ah! como eu precisava tanto de alguém que me salvasse do pecado de querer abrir o gás. Foi então que a vi. Estava encostada na porta de um bar. Um bar brega - aqueles da Augusta-cidade, não Augusta-jardins. Uma prostituta, isso era o mais visível nela. Cabelo malpintado, cara muito maquiada, minissaia, decote fundo. Explícita, nada sutil, puro lugar comum patético. Em pé, de costas para o bar, encostada na porta, ela olhava a rua. Na mão direita tinha um cigarro, na esquerda um copo de cerveja.

E chorava, ela chorava. Sem escândalo, sem gemidos nem soluços, a prostituta na frente do bar chorava devagar, de verdade. A tinta da cara escorria com as lágrimas. Meio palhaça, chorava olhando a rua. Vez em quando, dava uma tragada no cigarro, um gole na cerveja. E continuava a chorar - exposta, imoral, escandalosa - sem se importar que a vissem sofrendo. Eu vi. Ela não me viu. Não via ninguém, acho. Tão voltada para a própria dor que estava, também, meio cega. Via pra dentro: charco, arame farpado, grades. Ninguém parou. Eu, também, não. Não era um espetáculo imperdível, não era uma dor reluzente de néon, não estava enquadrada ou decupada. Era uma dor sujinha como lençol usado por um mês, sem lavar, pobrinha como buraco na sola do sapato. Furo na meia, dente cariado. Dor sem glamour, de gente habitando aquela camada casca grossa da vida. Sem o recurso dessas benditas levezas de cada dia - uma dúzia de rosas, uma música de Caetano, uma caixa de figos. Comecei a emergir. Comparada à dor dela, que ridícula a minha, dor de brasileiro-médio-privilegiado. Fui caminhando mais leve. Mas só quando cheguei à Paulista compreendi um pouco mais. Aquela prostituta chorando, além de eu mesmo, era também o Brasil. Brasil 87: explorado, humilhado, pobre, escroto, vulgar, maltratado, abandonado, sem um tostão, cheio de dívidas, solidão, doença e medo. Cerveja e cigarro na porta do boteco vagabundo: carnaval, futebol. E lágrimas. Quem consola aquela prostituta? Quem me consola? Quem consola você, que me lê agora e talvez sinta coisas semelhantes? Quem consola este país tristíssimo? Vim pra casa humilde. Depois, um amigo me chamou para ajudá-lo a cuidar da dor dele. Guardei a minha no bolso. E fui. Não por nobreza: cuidar dele faria com que eu me esquecesse de mim. E fez. Quando gemeu "dói tanto", contei da moça vadia chorando, bebendo e fumando (como num bolero). E quando ele perguntou "porquê?", compreendi ainda mais. Falei: "Porque é daí que nascem as canções". E senti um amor imenso. Por tudo, sem pedir nada de volta. Não-ter pode ser bonito, descobri. Mas pergunto inseguro, assustado: a que será que se destina?

— Caio Fernando Abreu.

valeu @ cács!



Código:
<center><link href='http://fonts.googleapis.com/css?family=Wire+One' rel='stylesheet' type='text/css'>

<div style="width: 510px; height: 1060px; background-color: #FFF; border-left: 15px solid #000; border-right: 15px solid #1C1C1C;"><br><br><div style="width: 490px; height: 220px; border: 1px solid #CCCCCC; background-image: url(http://24.media.tumblr.com/e2bc568194fe53a6d37c3f8872a39e41/tumblr_mh01dtdPXr1rln901o1_500.gif);"></div>
<div style="width: 380px; font-family: wire one; font-size: 35px; letter-spacing: 2px; color: #000; text-transform: uppercase; border-left: 8px solid #000; border-right: 8px solid #000">Robert's got a quick hand</div>
<div style="width: 400px; font-family: courier new; font-size: 8px; letter-spacing: 1px; color: #121212; text-align: justify; text-transform: uppercase;">He'll look around the room, he won't tell you his plan. He's got a rolled cigarette Hanging out his mouth he's a cowboy kid. Yeah he found a six shooter gun. In his dad's closet hidden in a box of fun things And I don't even know what. But he's coming for you - q</div>

<table cellpadding="0" cellspacing="5" valing="top" align="center" style="505px; height: auto; background-color: none; color: none;"><tr width="100%;"><td style="width: 490px; height: 10px; background-color: #1c1c1c;"></td> </tr>
</table>
<div style="width: 490px; height: 500px; text-align: justify; padding: 5px; font-family: calibri; font-size: 12px; color: #000; background-color: none; overflow: auto;">Fim de tarde. Dia banal, terça, quarta-feira. Eu estava me sentindo muito triste. Você pode dizer que isso tem sido freqüente demais, ou até um pouco (ou muito) chato. Mas, que se há de fazer, se eu estava mesmo muito triste? Tristeza-garoa, fininha, cortante, persistente, com alguns relâmpagos de catástrofe futura. Projeções: e amanhã, e depois? e trabalho, amor, moradia? o que vai acontecer? Típico pensamento-nada-a-ver: sossega, o que vai acontecer acontecerá. Relaxa, baby, e flui: barquinho na correnteza, Deus dará. Essas coisas meio piegas, meio burras, eu vinha pensando naquele dia. Resolvi andar. Andar e olhar. Sem pensar, só olhar: caras, fachadas, vitrinas, automóveis, nuvens, anjos bandidos, fadas piradas, descargas de monóxido de carbono. Da praça Roosevelt, fui subindo pela Augusta, enquanto lembrava uns versos de Cecília Meireles, dos Cânticos: "Não digas 'Eu sofro'. Que é que dentro de ti és tu? / Que foi que te ensinaram/ que era sofrer ?" Mas não conseguia parar. Surdo a qualquer zen-budismo, o coração doía sintonizado com o espinho. Melodrama: nem amor, nem trabalho, nem família, quem sabe nem moradia - coração achando feio o não-ter. Abandono de fera ferida, bolero radical. Última das criaturas, surto de lucidez impiedosa da Big Loira de Dorothy Parker. Disfarçado, comecei a chorar. Troquei os óculos de lentes claras pelos negros ray-ban - filme. Resplandecente de infelicidade, eu subia a Rua Augusta no fim de tarde do dia Tão idiota que parecia não acabar nunca. Ah! como eu precisava tanto de alguém que me salvasse do pecado de querer abrir o gás. Foi então que a vi. Estava encostada na porta de um bar. Um bar brega - aqueles da Augusta-cidade, não Augusta-jardins. Uma prostituta, isso era o mais visível nela. Cabelo malpintado, cara muito maquiada, minissaia, decote fundo. Explícita, nada sutil, puro lugar comum patético. Em pé, de costas para o bar, encostada na porta, ela olhava a rua. Na mão direita tinha um cigarro, na esquerda um copo de cerveja.

E chorava, ela chorava. Sem escândalo, sem gemidos nem soluços, a prostituta na frente do bar chorava devagar, de verdade. A tinta da cara escorria com as lágrimas. Meio palhaça, chorava olhando a rua. Vez em quando, dava uma tragada no cigarro, um gole na cerveja. E continuava a chorar - exposta, imoral, escandalosa - sem se importar que a vissem sofrendo. Eu vi. Ela não me viu. Não via ninguém, acho. Tão voltada para a própria dor que estava, também, meio cega. Via pra dentro: charco, arame farpado, grades. Ninguém parou. Eu, também, não. Não era um espetáculo imperdível, não era uma dor reluzente de néon, não estava enquadrada ou decupada. Era uma dor sujinha como lençol usado por um mês, sem lavar, pobrinha como buraco na sola do sapato. Furo na meia, dente cariado. Dor sem glamour, de gente habitando aquela camada casca grossa da vida. Sem o recurso dessas benditas levezas de cada dia - uma dúzia de rosas, uma música de Caetano, uma caixa de figos. Comecei a emergir. Comparada à dor dela, que ridícula a minha, dor de brasileiro-médio-privilegiado. Fui caminhando mais leve. Mas só quando cheguei à Paulista compreendi um pouco mais. Aquela prostituta chorando, além de eu mesmo, era também o Brasil. Brasil 87: explorado, humilhado, pobre, escroto, vulgar, maltratado, abandonado, sem um tostão, cheio de dívidas, solidão, doença e medo. Cerveja e cigarro na porta do boteco vagabundo: carnaval, futebol. E lágrimas. Quem consola aquela prostituta? Quem me consola? Quem consola você, que me lê agora e talvez sinta coisas semelhantes? Quem consola este país tristíssimo? Vim pra casa humilde. Depois, um amigo me chamou para ajudá-lo a cuidar da dor dele. Guardei a minha no bolso. E fui. Não por nobreza: cuidar dele faria com que eu me esquecesse de mim. E fez. Quando gemeu "dói tanto", contei da moça vadia chorando, bebendo e fumando (como num bolero). E quando ele perguntou "porquê?", compreendi ainda mais. Falei: "Porque é daí que nascem as canções". E senti um amor imenso. Por tudo, sem pedir nada de volta. Não-ter pode ser bonito, descobri. Mas pergunto inseguro, assustado: a que será que se destina?

[b]— Caio Fernando Abreu.[/b]</div><table cellpadding="0" cellspacing="5" valing="top" align="center" style="505px; height: auto; background-color: none; color: none;"><tr width="100%;"><td style="width: 490px; height: 10px; background-color: #1c1c1c;"></td> </tr>
</table>[right][size=9]valeu [url=http://cupcakegraphics.forumeiros.com/]@[/url] cács![/size][/right]</div>
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Convidado em Sex Jan 25, 2013 5:05 am

Uia sua diva Cool

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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Convidado em Sex Jan 25, 2013 12:33 pm

Usando no org *---*


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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Carol em Sex Jan 25, 2013 11:43 pm

Thanks, Thay *O*

E obrigada por avisar, fofa <3
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Queen of the Lab em Sab Jan 26, 2013 1:07 am

Usandooo no camp Sobrenatural(como Brittany Evans)
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Carol em Sab Jan 26, 2013 1:10 am

Obrigada por avisar! <3
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Convidado em Dom Jan 27, 2013 4:19 am

Muito lindo! Usando...

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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Carol em Dom Jan 27, 2013 4:23 am

Obrigada por avisar! <3
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Lares em Seg Jan 28, 2013 11:02 pm

Usando no Mystic, com o Joe delícia.
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Sky M. Riddle em Ter Jan 29, 2013 9:38 pm

Usando no Percy Jackson Ams como Annielise Münllet
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Secret em Ter Jan 29, 2013 11:41 pm

Usando ç.ç
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Carol em Qua Jan 30, 2013 2:00 am

Obriga por avisar pessoas! <3
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Convidado em Sex Fev 01, 2013 6:43 pm

Usando como Sammuel W. Cromwell no Vira Tempo RPG

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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Carol em Sex Fev 01, 2013 6:56 pm

Obrigada por avisar! (:
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Jey em Qua Fev 13, 2013 9:07 pm

Vou usar com o Bernardo no LD *--*
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Convidado em Sex Fev 15, 2013 2:56 am

CARA PERFEITO *OOOOOO*

Sério, sou muito chato pra achar templantes perfeito. Parabéns ><

Usando no MCS com o Igs ;3

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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Carol em Sex Fev 15, 2013 11:40 pm

AI MEU DEUS! Obrigada, cara! uahauhauhauah sz sz
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Convidado em Sex Abr 19, 2013 10:49 pm

Usando *-* Lindo

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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Carol em Sab Abr 20, 2013 1:45 pm

Obrigada por avisar (:
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Bitch , I'm a Unicorn em Qui Maio 09, 2013 11:07 pm

Usando here : http://marauder-rpg.forumeiros.com/ como Matthew Andrew Livery
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Breeh em Ter Maio 14, 2013 6:23 pm

Usando u.u , diva em <3
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por ~Math em Qui Maio 16, 2013 12:55 am

Caramba... Serio.. Nunca vi templaste com fundo branco mais perfeito que o seu!
Acho que soube fazer as escolhas certas quando usou as cores e um GIF de dança em escala cinza.

Acho lindo Ballet ><

Vou usar no PJO Alliance Br Clica Aqui

Queria saber porque a barra de rolagem ficou diferente .--.
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Wicca Diammond em Seg Maio 20, 2013 8:13 pm

Usando no PJO Alliance como Thalia Grace
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Nickolay em Qui Maio 23, 2013 3:47 am

usando no rpg mystic falls como lestat
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Re: Oh, but Robert's got a quick hand!

Mensagem por Chris Mendez em Qui Jun 13, 2013 1:43 am

Provavelmente usarei no sagas.
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